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Música Clássica um pouco diferente
4 fev
Sim! E qual o motivo de não se ouvir música clássica? Agora acrescente isso à um Dorama japonês e uma japonesinha linda e totalmente Hentai (calma, Hentai é um adjetivo para depravada, ou fora dos costumes). Nodame Cantabile é um animê, da mangaká Tomoko Ninomiya, que faz sucesso no Japão até hoje e se encontra em sua terceira temporada. O sucesso foi tanto que acabou sendo adaptado para o Live Action (dorama!).
A história roda em torno de estudantes de música, de um colégio japonês, em que dentre todos temos Noda Megumi (daí a junção do nome para o título do animê/dorama = NODAME) e Shinnichi Chiaki (o bonzão da escola). Nodame é uma menina desleixada e só pensa em usar seu talento incomum, no piano, para ser professora de primário, porém foi conhecendo Chiaki que acabou se encontrando, tanto no amor como na música.
A partir daí seus caminhos se intercalam, Nodame se apaixona por Chiaki, mas a principio não é correspondida. Mesmo não tendo interesse afetivo por Nodame, Chiaki pouco a pouco a deixa se aproximar devido ao seu talento musical incomum. Durante o decorrer da história conhecem vários outros personagens como: Masumi chan (um japonês gay com um black power imenso), Minne (violinista metido a rockeiro, ou vice-e-versa) e Stresemann (famoso regente totalmente pervertido).
Esta é uma história sobre a vida que mistura comédia (muita comédia) e romance e que tem como pano de fundo, a vida e desafios daqueles que são do meio musical clássico. São 11 episódios, com dois especiais e mais dois filmes a serem lançados esse ano, que me fazem rir muito, além de me deixar comovido com as músicas apresentadas em palco. Com situações hilariantes e dramas leves, e se você gostar de música clássica será ainda mais envolvente, já que o animê/dorama conta com varias obras de Brahms, Chopin, Gershwin, Rachmaninov, Listz e Beethoven.
Calma, se você não curte música clássica, não precisa ficar preocupado, pois muitas delas foram produzidas em versões “não comuns” como, por exemplo, Raphsody in Blue (de Gershiwn), tocada por uma pianica (instrumento que mistura teclado e sopro), em que Nodame aparece ao palco vestida de Doninha e a orquestra (S OKE – Special Orkestra) está toda fantasiada e faz malabarismos em pleno palco.
Não só por ter Ueno Juri no papel de Nodame me fez ver esse dorama, tudo bem que ela é uma das atrizes japinhas que mais idolatro, porém a história realmente cativa e, aposto, que quem assistir vai acabar gostando de ver as encrencas de Nodame e as situações hilárias que envolvem todos os personagens. A atriz Nodame Juri é conhecida por trabalhos que envolve atuação fora do comum, pois, em seus papéis ela acaba quebrando totalmente a filosofia de vida japonesa, mostrando que existem japoneses fora do esteriótipo; Nodame é mais um exemplo que Ueno Juri tenta mostrar para os seus espectadores.
Claro, não poderia deixar de terminar sem comentar do GYABO, de Nodame, quando ela apanha de alguém e voa pela tela, ou os IIIIIK de Chiaki, quando alguém o abraça ou faz com que ele se ferre em cena! Totalmente hilário.
Deixo aqui o trailer do filme que saiu no final do ano, a cena em que Nodame toca vestida de doninha, um GYABO da Nodame e, por fim, a música Onara Taisou (Exercício do Peido)! Espero que gostem…
Mãe, quero um acordeon
24 out

O acordeon foi desenvolvido por volta de 1829 em Viena (Áustria) Cirilus Demian. Anteriormente houveram várias construções mais rudimentares até o seu aprimoramento. Sua construção foi baseada num instrumento de sopro chinês chamado Cheng, com o mesmo sistema de palhetas. No século XIX ganhou mundo depois de passar pelas regiões de Stradella e Ancona na Itália, onde surgiram importantes fábricas como Paolo Soprani e Scandalli. Logo foi difundido por toda a Europa. Os primeiros registros da presença do instrumento no Brasil são do tempo da guerra do Paraguai, por volta de 1864. Mas ficou popular mais para o final do século XIX, trazido para o Brasil principalmente pelos imigrantes italianos. Foi um instrumento feito principalmente para a dança. No campo, os acordeonistas animavam bailes de aldeia em aldeia por toda a Europa e também no Brasil, principalmente no sul e no interior.
Apesar de sua origem folclórica, o acordeon é capaz de executar qualquer estilo de música, como também música erudita e música de câmara que era muito comum nos anos 50, no seu auge, porque era moda executá-lo mesmo na sociedade mais refinada. O acordeon caíra momentaneamente no esquecimento com a chegada do rock. No entanto nunca deixou de animar festas e bailes. E partindo da premissa de animar festas um bom exemplo pra você animar as festas do seu filho nerd, que tal:
No final das contas se a criançada não gostar muito de Vivaldi, você pode pedir para que o acordeonista toque uma musiquinha do Mario pra descontrair…
Bom e por fim, se ninguém gostar dessas musicas e os tios da festa estiverem todos chapados, você pode pedir pra alguém pegar a porra do acordeon e tocar uma musica brasileira que todo mundo conheça:
E depois desse tico-tico no fubá garanto que muita gente vai estar feliz e alguns dos tios da festa vão ter inclusive dançado. Pra quem gostou do brinquedo, aqui seguem mais alguns links de videos com performances executadas no acordeon: dominguinhos e hermeto, trecho de sinfonia, hugo no choro e gordinho ouro.















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