Posts tagged Dança e Teatro

Surra de Bunda, Tequileiras do Funk

É quando você acha que já conhece todos os tipos de dança, que uma coisa dessas pode te surpreender:

Flash Mob Guy

Esse ai curte socializar, “troféu fanfarrão de ouro pra ele”!

Via: Kibeloko

D-Efeitos

defeitos

D-Efeitos utiliza o gênero musical Glitch Music – música eletrônica com adição de defeitos de programação rítmicos – e diversas técnicas de Danças Urbanas como waving, robotting, animation e warping. Nesses citados defeitos musicais, o elenco do D-Efeitos executa a dança fragmentada e vibrada, acelerada e desacelerada, reproduzindo a música em forma de expressão artística matemática. Vibrações nas ondas sonoras se tornam vibrações e ondas corpóreas. Atrasos sonoros manipulam o movimento em uma simulação de quebra do espaço-tempo. Cada uma das notas e defeitos musicais são explorados para se tornarem movimentos e ilusões corporais.

Resumindo: É foda o que esses caras fazem! Confira:

Ah, e como vocês podem ter notado, os caras estão disputando o “Qual é o seu talento?” do SBT. Merecem torcida.

Eu sou desatualizado mesmo e fui corrigido a tempo pela Biah, esses caras não estão disputando mais o Qual é o seu talento… eles já ganharam…

Pina Bausch

pinaTop
pinaB“A dança deve ter outra razão além de simples técnica e perícia. A técnica é importante, mas é só um fundamento. Certas coisas se podem dizer com palavras, e outras com movimentos. Há instantes, porém, em que perdemos totalmente a fala, em que ficamos pasmos e perplexos, sem saber para onde ir. É aí que tem início a dança, e por razões inteiramente outras, não por razões de vaidade. Não para mostrar que os dançarinos são capazes de algo que um espectador não é. É preciso encontrar uma linguagem com palavras, com imagens, movimentos, estados de ânimo, que faça pressentir algo que está sempre presente. Esse é um saber bastante preciso. Nossos sentimentos, todos eles, são muito precisos, mas é um processo muito, muito difícil torná-los visíveis. Sempre tenho a sensação de que é algo com que deve se lidar com muito cuidado. Se eles forem nomeados muito rápido com palavras, desaparecem ou se tornam banais. Mas mesmo assim, é um saber preciso que todos temos, e a dança, a música, etc. são uma linguagem bem exata, com que se pode fazer pressentir esse saber. Não se trata de arte, tampouco de mero talento. Trata-se da vida e, portanto, de encontrar uma linguagem para a vida. E como sempre, trata-se do que ainda não é arte, mas daquilo que talvez possa se tornar arte. ” Pina Bausch