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Chuvisco de Twix e outras ações fail
8 jun

Estava há mais de uma semana tentando fazer esse post, mas o feriadão me tirou da rede! Voltando, acho ainda pertinente (embora já comentado a exaustão) falar sobre a ação que a Mars, empresa detentora do chocolate Twix, planejou para o dia 30 de maio, na Avenida Paulista, em São Paulo.
A divulgação da “chuva de Twix” foi feita totalmente on-line, utilizando-se das redes sociais para propagação em massa. Até aí, nada de novo! O problema foi quando a divulgação ultrapassou em muito a estimativa dos organizadores. Falta de planejamento, mensuração da repercussão e organização. No tão esperado dia, mais de 2 mil pessoas tiveram o acesso restrito ao local onde seriam jogados os chocolates e mesmo quem entrou, viu mais papel picado sendo lançado do que barrinhas de chocolate, com biscoito e carameeeelo! O resultado dessa ação desastrosa foi isso, isso, isso, isso, isso e isso. Toda essa repercussão negativa é apenas uma pequena amostragem da reverberação que a, até então, ação bacana de marketing causou. Sem esquecer da hashtag #chuvadetwixfail e #putafaltadetwix que ficou no Trend Topics Brasil do Twitter por quase uma semana!
Outra “mierda” que aconteceu nos últimos dias foi na divulgação do novo modelo da marca Audi, o A1, na Bélgica. A ideia era mostrar uma série de manobras radicais, levando toda a estabilidade e diversão que o novo bibelô proporcionaria aos fãs da montadora. Porém, para o desespero dos organizadores, em uma das manobras que o carro fez, ele simplesmente capotou na pista montada em pela via pública. Depois do vexame, o pessoal da marca alemã interveio rapidamente cobrindo o veículo para depois retirá-lo de cena. Segundo o site Nieusblad.be, o assessor da marca que estava presente na apresentação explicou a falha ocorrida dizendo que as manobras radicais feitas no palco não vão ser feitas no dia a dia e que o A1 é um carro bastante estável nas condições que terá que enfrentar com motoristas comuns.
Aproveitando ainda a onda das ações de “anti-marketing”, a Peugeot tratou de mutilar o filme criado para o Hoogar, no qual a marca fez um vídeo que gerou polêmica ao associar a ideia de saber fazer um delicioso risoto com o estilo de vida do consumidor. Embora eu não tenha achado a porposta da propaganda ruim, publicitários de vários cantos do Brasil xoxaram esse vídeo sem dó nem piedade.
Via: Mundo do Marketing e Auto Esporte
Se o Kassab “apitasse” no futebol…
19 mai

Ultimamente tenho ouvido uma reclamação frequente de diversas pessoas e em diferentes lugares: o excesso de merchandising em novelas.
Vamos a definição de mechandising. De acordo com pesquisas feitas na internet, trata-se de uma ferramenta de marketing formada pelo conjunto de técnicas responsáveis pela informação e apresentação destacada dos produtos no ponto de venda, de maneira tal que acelere sua rotatividade. O merchandising tanto pode usar a propaganda (quando divulga ofertas na mídia) como a promoção de vendas (quando se utiliza de preços mais baixos ou brindes) para a ampliação de sua estratégia. Veja bem: ponto de venda. Uma novela não é exatamente um PDV, certo?
Pois é! Porém, é cada dia mais comum vermos os autores de novelas inserirem cenas em que os atores contracenam e comentam sobre um produto ou serviço. O que antes era feito de forma subliminar (o artista simplesmente pegava uma lata de coca-cola e bebia sem falar nada sobre o refrigerante), agora é feito de maneira quase que debochada. Na recém terminada novela das 8h “Viver a Vida”, por exemplo, teve uma cena em que três jovens conversavam em uma lanchonete, quando uma delas reclamou da falta de independência financeira. Com esse “gancho” no roteiro, as outras duas garotas falaram sobre as facilidades em abrir uma conta universitária em um determinado banco. Esse é apenas um exemplo entre tantos outros que podemos observar.
Mas até que ponto esse tipo de propaganda de um produto ou serviço pode ser interessante para a marca?
Com o crescente surgimento de marcas e o aumento estrondoso da concorrência em praticamente todos os setores de consumo (financeiras, cerveja, fabricantes de automóveis etc) empresários e marketeiros estão se desgastando ao máximo para vencer o páreo de “quem aparece mais”. E pode ser exatamente aí que mora o pecado!
Encontrei um artigo interessante no blog mundo do marketing (vale a pena ler!) onde foi analisada a camiseta do Corinthians no ano do centenário. Devido a ótima campanha do time no ano passado e o emblemático ano de 2010 para os milhões de torcedores, a camiseta do Timão ficou pior que as avenidas de SP antes da lei cidade limpa. Se o Kassab “apitasse” no futebol, os jogadores do Corinthians teriam que jogar pelados (e ver o Ronaldo corrrendo sem camisa pelo campo deve ser uma cena de pesadelo!).
Não acredito, de fato, que anunciar lã de aço em uma camiseta de futebol (onde o público é majoritariamente masculino) vai melhorar o desempenho da marca no mercado, visto que quem compra produtos de limpeza são mulheres. Esse, entre vários outros cases, acabam virando lição de como NÃO fazer para os estudantes de marketing.
Trolololololololololo’s guy
5 abr

Não é de hoje que vídeos dos mais diferentes estilos (sejam eles de marketing ou apenas besteiras) invadem a rede mundial de computadores e viram verdadeiras manias entre os internautas. Um amigo vê e gosta, repassa para vários outros contatos do seu MSN, Gtalk, Twitter ou posta em um blog, e, assim nasce um fenômeno instantâneo de acessos, creio eu!
Há algumas semanas, eu fui apresentada ao site do Trolololololo e conheci esse hit grudento. Trata-se de um vídeo onde um homem canta nada mais do que trolololololo lolololo lolololo, e por aí vai, com seu indefectível terno marrom e cabelos perfeitamente penteados. Mas isso não é o melhor, acredite! O melhor, certamente, é a performance e o enigmático sorriso do cantor durante os infinitos minutos do vídeo.
Mas, quem seria esse figurão? Achei uma matéria em que Guilherme Pavarin, do INFO Online, apresenta mais detalhes a respeito. Segundo ele, o que nem todos sabem é que, por detrás do viral e dos vocábulos insondáveis, há uma tradição soviética. A estranha canção é uma modalidade musical popular entre os russos chamada de “Vokaliz”, que consiste, em grosso modo, na cantoria de melodias sem suas letras e com muita expressão corporal – algo similar às pantomimas musicais.
No vídeo conhecido como “Russian Rick Roll”, está Edward Anatolevich Hill, um artista premiado na União Soviética, durante um programa televisivo em meados dos anos 70.
A canção-videoclipe recebe o simpático nome de “Я очень рад, ведь я, наконец, возвращаюсь домой”, que em tradução livre seria algo como “Estou muito contente, porque eu estou finalmente de volta para casa”, e foi postada pela primeira vez na rede em novembro de 2009.
Edward Hill é dono de um vasto acervo no YouTube como, por exemplo, um vídeo romântico em que o cantor aparece com desenvoltura e melhor dicção em frente à câmera.
Devido ao sucesso de Trololololololo na internet, outros criativos já estão fazendo a sua versão de interpretação para a canção, como o simpático gatinho abaixo.
Agora, depois de ver o site com essa simpática musiquinha, quero ver quem vai conseguir ficar sem cantar esse sucesso pelas próximas horas, dias ou até semanas.
Invasão das Tumbleweed
31 jan

Se você já assistiu pica-pau, certamente já deve ter notado uma planta seca que atravessa desertos rolando com o vento. Essas plantas rolantes são conhecidos como Tumbleweed. O vento forte é capaz de desprender a planta do solo fazendo com que ela role pelo deserto, espalhando suas sementes.
Mais legal que uma Tumbleweed são várias Tumbleweeds. Veja o vídeo :
Jonah Rocks, baquetas e fraldas
28 jan

Encontrei há algumas semanas o vídeo do pequeno Jonah Rocks tocando bateria. Fiquei um tempo sem reação, pensei que era montagem, mas cheguei a conclusão de que é real. Na internet, achei poucas referências sobre o garotinho e, ainda assim, nada confiáveis.
O que pude levantar é que Jonah Rocks tem 5 anos de idade, começou a tocar bateria com 3 anos e é um autodidata. Até aí, ok. Antes de julgar esse como um caso comum de criança que se interessou por música desde cedo, assista aos vídeos dele tocando Toxicity, do System of a Down e What do you do for money honey, do AC/DC.
Impressionante! Eu ainda suspeito que ele é um anão!
Melhor do que pentear macaco!
11 jan

A campanha que a Samsung realizou para divulgar a câmera ST1000 pode agradar muito, assim como causar repulsa, variando de acordo com a dose de senso de humor de quem a vê. Fato é que a orangotango Nonja, de 33 anos, está curtindo a ideia dessa campanha e já é prestigiada no Facebook.
Além de “expressar” seus dons artísticos, Nonja aproveita a adaptação que a empresa fez na câmera para encher a barriga. Apaixonada por uvas passas, Nonja recebe da câmera uma fruta a cada clic que faz. Esperta como é, já percebeu que quanto mais fotos, mais uvas. E assim o seu cotidiano no zoológico de Viena, na Áustria, é, desde o começo de dezembro, acompanhado por milhares de seguidores na famosa rede social. Isso graças a tecnologia da ST1000 que faz upload automático das fotos diretamente para o perfil da orangotango criado pela Samsung.
Por coincidência (ou não! Vai saber…), algumas fotos tiradas por Nonja são realmente interessantes. Confira.
Via: Brainstorm 9
















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