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Anima Mundi 2010
5 jul

Para a alegria de todos aqueles que esperam ansiosamente a edição anual do Anima Mundi, excelente festival de animações de curta e longa metragem que acontece no Rio de Janeiro e São Paulo, tenho boas notícias.
Já foram divulgadas as datas para o 18º Festival Internacional de Animação do Brasil e, como sempre, será no mês de julho. No Rio de Janeiro, as exibições de animações, oficinas e workshops começarão dia 16 e vão até o dia 25. Já em São Paulo, o Festival abrirá as portas dia 28 de julho e ficará até o dia 1 de agosto, no Memorial da América Latina, ao lado da estação do Metrô Barra Funda.
Além das datas, também foi divulgada a lista das animações selecionadas. São artistas de vários cantos do mundo que aproveitam esse enorme público do Brasil (o festival reúne em média cem mil pessoas) para promoverem a divulgação de seus trabalhos e, quiçá, ganharem alguns dos prêmios nas categorias que fazem parte do evento. É muito difícil escolher o que ver e praticamente impossível ver tudo (embora conheça pessoas que dão o sangue para conseguir tal proeza!). O que importa é ir participar.
As categorias são:
Júri popular
Melhor longa-metragem
Melhor curta-metragem
Melhor curta-infantil
Melhor animação brasileira
Melhor filme de estudante
Prêmio Núcleo de Animação de Campinas
Anima Mundi web
Prêmio popular
Prêmio profissional
Vale muito a pena conferir e sempre é bom ressaltar que os ingressos têm preços simbólicos (média de R$ 3 a R$ 5 por sessão para estudantes).
Aproveito o post para recomendar o ótimo e ácido vídeo vencedor na categoria curta-metragem na edição de 2009, tanto pelos cariocas quanto pelos paulistas, Mon Chinois, ou, Meu Chinês. Trata-se de uma animação feita em 2008 e dirigida pelo francês Cédric Villain.
Utilizando slides, como se emulasse um projeto científico – de modo que as informações se revestem com o discurso da verdade –, somos bombardeados com clichês e estereótipos sobre chineses (em particular) e asiáticos: eles têm pele amarela, olhos puxados e cabelos longos; usam chapéus, consomem arroz e escrevem na vertical; criaram o papel, a imprensa e os fogos de artifício; invadiram o Tibet e massacraram estudantes; são mestres nas artes marciais.
Mon Chinois critica o discurso eurocêntrico, branco e ocidental (o narrador utiliza o possessivo “meu”, e a própria língua francesa, para se apoderar de seu objeto de estudo – os chineses), que se mantém nas superfícies, que se baseia em preconceitos arraigados. Para o autor, se vistos como estereótipos, chineses – ou quaisquer povos ou culturas – não passam de fantasmas, completos desconhecidos. Saiba mais sobre o autor: Cédric Villain
Via: Revista Moviola
Causas e consequências
21 abr

Na mesa do meu computador eu tenho um Scooby-doo de plástico e uma girafa de pelúcia do filme Madagascar (conhecido como Melman). São brindes legais que vieram junto com a comida sintética do McDonalds. Porém, eu não entro numa loja do McDonalds há muito tempo e ganhei esses brinquedos de crianças que perderam o interesse pelos brindes em poucas horas.
Tais brinquedos são muito chamativos na hora de escolher o que comprar (principalmente para as crianças), sendo que essa estratégia de presenter o comprador com alguma porcaria plástica é seguida por muitos (quem nunca comprou uma caixa de ceral por causa do brinde que atire a primeira pedra).
O que nunca é pensamos é no custo desses pequenos agrados. O comprador não paga pelo brinde, mas certamente alguém, em algum lugar do mundo, paga e da pior maneira possivel…
Vida de herói não é fácil…
19 abr

A história é sempre a mesma: Uma princesa indefesa é aprisionada por um vilão terrível. Então, surge um herói solitário para resgatar a moça e de quebra ainda se casar com ela.
Mas e depois? Veja a animação criada pelo estúdio Joho.




Animação criada por Dongzhen.














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