Marketing
Remédio anti-TPM
24 ago
Talvez por eu ser mulher tenha achado essa ideia genial. Mas, acredito que para os homens esse também será um santo remedinho!
Quem tem mãe, irmã, namorada, esposa ou afins já deve saber da “manha” do chocolate para contornar uma crise da famosa Tensão Pré-Menstural – TPM. E agora a opção para domar uma fera prestes a entrar em sua semana de glória ficou refinada, além de incrivelmente deliciosa.
A doceira Juliana Motter colocou os seus incomparáveis docinhos como um quase serviço de utilidade pública ao lançar um produto muito criativo: o brigadeiro contra a TPM.
Nessa caixinha vêm oito dos já famosos brigadeiros da Maria Brigadeiro e custa R$ 30 cada caixa.
Taí, eu aposto minhas fichas que esse “remédio” vai salvar muitas relações e resgatar o bom humor nas donzelas mais acometidas pelas inconstâncias tão típicas da TPM (como eu, por exemplo). E afinal, se não funcionar, é brigadeiro, né!
Via: Estadão
Guitar Hero – Comercial Censurado
18 jun

Esse comercial do game Guitar Hero não foi exibido porque a modelo Marisa Miller parecia não saber jogar ou estava possuída.
Chuvisco de Twix e outras ações fail
8 jun

Estava há mais de uma semana tentando fazer esse post, mas o feriadão me tirou da rede! Voltando, acho ainda pertinente (embora já comentado a exaustão) falar sobre a ação que a Mars, empresa detentora do chocolate Twix, planejou para o dia 30 de maio, na Avenida Paulista, em São Paulo.
A divulgação da “chuva de Twix” foi feita totalmente on-line, utilizando-se das redes sociais para propagação em massa. Até aí, nada de novo! O problema foi quando a divulgação ultrapassou em muito a estimativa dos organizadores. Falta de planejamento, mensuração da repercussão e organização. No tão esperado dia, mais de 2 mil pessoas tiveram o acesso restrito ao local onde seriam jogados os chocolates e mesmo quem entrou, viu mais papel picado sendo lançado do que barrinhas de chocolate, com biscoito e carameeeelo! O resultado dessa ação desastrosa foi isso, isso, isso, isso, isso e isso. Toda essa repercussão negativa é apenas uma pequena amostragem da reverberação que a, até então, ação bacana de marketing causou. Sem esquecer da hashtag #chuvadetwixfail e #putafaltadetwix que ficou no Trend Topics Brasil do Twitter por quase uma semana!
Outra “mierda” que aconteceu nos últimos dias foi na divulgação do novo modelo da marca Audi, o A1, na Bélgica. A ideia era mostrar uma série de manobras radicais, levando toda a estabilidade e diversão que o novo bibelô proporcionaria aos fãs da montadora. Porém, para o desespero dos organizadores, em uma das manobras que o carro fez, ele simplesmente capotou na pista montada em pela via pública. Depois do vexame, o pessoal da marca alemã interveio rapidamente cobrindo o veículo para depois retirá-lo de cena. Segundo o site Nieusblad.be, o assessor da marca que estava presente na apresentação explicou a falha ocorrida dizendo que as manobras radicais feitas no palco não vão ser feitas no dia a dia e que o A1 é um carro bastante estável nas condições que terá que enfrentar com motoristas comuns.
Aproveitando ainda a onda das ações de “anti-marketing”, a Peugeot tratou de mutilar o filme criado para o Hoogar, no qual a marca fez um vídeo que gerou polêmica ao associar a ideia de saber fazer um delicioso risoto com o estilo de vida do consumidor. Embora eu não tenha achado a porposta da propaganda ruim, publicitários de vários cantos do Brasil xoxaram esse vídeo sem dó nem piedade.
Via: Mundo do Marketing e Auto Esporte
Se o Kassab “apitasse” no futebol…
19 mai

Ultimamente tenho ouvido uma reclamação frequente de diversas pessoas e em diferentes lugares: o excesso de merchandising em novelas.
Vamos a definição de mechandising. De acordo com pesquisas feitas na internet, trata-se de uma ferramenta de marketing formada pelo conjunto de técnicas responsáveis pela informação e apresentação destacada dos produtos no ponto de venda, de maneira tal que acelere sua rotatividade. O merchandising tanto pode usar a propaganda (quando divulga ofertas na mídia) como a promoção de vendas (quando se utiliza de preços mais baixos ou brindes) para a ampliação de sua estratégia. Veja bem: ponto de venda. Uma novela não é exatamente um PDV, certo?
Pois é! Porém, é cada dia mais comum vermos os autores de novelas inserirem cenas em que os atores contracenam e comentam sobre um produto ou serviço. O que antes era feito de forma subliminar (o artista simplesmente pegava uma lata de coca-cola e bebia sem falar nada sobre o refrigerante), agora é feito de maneira quase que debochada. Na recém terminada novela das 8h “Viver a Vida”, por exemplo, teve uma cena em que três jovens conversavam em uma lanchonete, quando uma delas reclamou da falta de independência financeira. Com esse “gancho” no roteiro, as outras duas garotas falaram sobre as facilidades em abrir uma conta universitária em um determinado banco. Esse é apenas um exemplo entre tantos outros que podemos observar.
Mas até que ponto esse tipo de propaganda de um produto ou serviço pode ser interessante para a marca?
Com o crescente surgimento de marcas e o aumento estrondoso da concorrência em praticamente todos os setores de consumo (financeiras, cerveja, fabricantes de automóveis etc) empresários e marketeiros estão se desgastando ao máximo para vencer o páreo de “quem aparece mais”. E pode ser exatamente aí que mora o pecado!
Encontrei um artigo interessante no blog mundo do marketing (vale a pena ler!) onde foi analisada a camiseta do Corinthians no ano do centenário. Devido a ótima campanha do time no ano passado e o emblemático ano de 2010 para os milhões de torcedores, a camiseta do Timão ficou pior que as avenidas de SP antes da lei cidade limpa. Se o Kassab “apitasse” no futebol, os jogadores do Corinthians teriam que jogar pelados (e ver o Ronaldo corrrendo sem camisa pelo campo deve ser uma cena de pesadelo!).
Não acredito, de fato, que anunciar lã de aço em uma camiseta de futebol (onde o público é majoritariamente masculino) vai melhorar o desempenho da marca no mercado, visto que quem compra produtos de limpeza são mulheres. Esse, entre vários outros cases, acabam virando lição de como NÃO fazer para os estudantes de marketing.
Life’s for sharing – Uma Experiência de Marca
22 abr

A T-Mobile convocou as pessoas para comparecem na Trafalgar Square, em Londres. “Se quiserem fazer parte do nosso próximo evento, estejam em Trafalgar Square, em Londres, às 18 horas, dia 30 de abril de 2009.”
Nada foi dito sobre o que aconteceria no local, apenas sabiam que mais um Flashmob seria realizado e compareceram 13.500 pessoas.
Foram distribuídos 2.000 microfones ao público e em um telão eram exibidas as letras das músicas. A última música foi “Hey Jude” trasformada em um video.
Flashmob significa “multidão à jato” ou “multidão instantânea”. O que é: as pessoas combinam de se encontrar em algum lugar para fazer alguma coisa que pode ter sentido ou não.
São organizados pela internet e o objetivo é fazer algo incomum, bizarro e divertido.
Vejam o vídeo sobre o encontro na Trafalgar Square, em Londres. Notem que a cantora Pink aparece no vídeo no meio da multidão.
Isso leva o público a ter uma experiência de marca, ou seja, fazer parte da marca, senti-la de algum modo, participar! O resultado disso foi vídeos com milhões de acessos pelo mundo todo.
Outros eventos foram realizados, como dança na estação de metrô Liverpool, também em Londres.
Nesse caso usaram câmeras escondidas!!!
Brands
12 mar

Reflexão do fim de semana.
Antes de ver o vídeo responda : Quais são suas marcas favoritas? E as marcas que você odeia?
Você acha que a sua marca favorita ou odiada se importa com você?
A campanha de Marketing de Dante’s Inferno
24 fev

Eles disseram: “Vá para o inferno!”. A idéia era boa e eu fui. Ou melhor, Dante foi. Eu ajudei apertando alguns botões jogando Dante’s Inferno. (Para quem não sabe Dante’s Inferno é um game para Xbox 360 e Playstation 3 baseado na obra de Dante Alighieri produzido pela EA Games.)
Depois de passar cerca de 10 horas descendo 9 círculos do inferno atrás de uma doida possuida, posso dizer : Que vá para o inferno os diretores da EA e produtores de Dante’s Inferno.
Esse game teve uma campanha de divulgação brilhante e por conta disso foi muito comentado nas comunidades de games. O lado ruim disso? Dante’s Inferno não é um bom jogo mas aparenta ser. Isso o indivíduo só vai descobrir quando comprar e passar pelo menos 50% do game. A medida que se progride a qualidade técnica decai.
O jogo em si já serve como um grande anúncio dele mesmo. Mulheres nuas, cruzes, sexo, referências a igreja católica e muitos demônios. Tudo para atrair a atenção de alguem que se importe (religiosos) e que faça uma campanha gratuita contra o game.
Para a sequência a EA devia se concentrar menos na campanha de divulgação e gastar mais tempo no desenvolvimento. No final se o jogo for bom a notícia se espalha rápido.
A campanha de marketing de Dante’s Inferno:
Na última E3 a EA Games (Electronic Anti-Christ Games) sofreu um falso protesto de um grupo religioso por conta de Dante’s Hell. Dessa forma conseguiu-se mais atenção para o jogo que ainda estava em produção.
Na Comic-Com A EA Games prometeu uma noite de pecados com duas garotas para aquele que fizesse fotos cometendo o pecado da luxuria e divugasse isso no Twitter (Imagine o efeito disso em um evento nerd!).
Um vídeo viral foi lançado satirizando o Wii e a igreja católica. Você se lembra do do Wii pray? Mais uma das maneiras de vender o jogo do diabo.
Diante de um grande público no Super Bowl o trailer do game foi mostrado e a EA ainda ofereceu um desconto de 6,66 dolares para os mais apressados na pré-venda.
Nas vesperas de lançamento de Dante’s Inferno, um cheque no valor de 200 dolares foi enviado para os principais editores de sites de games com um bilhete dizendo que se o cheque fosse descontado o pecado da ganância seria cometido.
Tudo isso foram meros truques do chifrudo…
Trailer Super Bowl:
Existe ainda uma série de Animes baseados no game. Ainda não assisti mas, se não fugir a regra, o anime com certeza será melhor que o jogo.
















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