História
Sou Libanês, turco é a …..
25 jan

Bom, aproveitando que hoje o Líbano foi lembrado novamente no Brasil por mais uma tragédia (queda de um avião etíope no litoral libanês) gostaria de escrever sobre uma curiosidade que muitos me perguntam, já que meu pai era libanês e sempre o confundiram com turco, como todos os outros emigrantes libaneses, que não são poucos, já que o Brasil é o país com o maior número de descendentes libaneses do mundo com cerca de sete milhões.
O começo da emigração libanesa para toda América do Sul iniciou durante o domínio Turco otomano por vários países árabes, incluindo o Líbano. Em 1860, o Líbano era governado por drusos e cristãos com uma grande briga econômica entre eles. Resumindo, os drusos lideraram um massacre contra os cristãos digamos com uma ajudinha dos Turcos, assim muitos libaneses cristãos emigraram para os países da America do sul usando passaportes turcos, que eram os fornecidos na Líbano na época do domínio Otomano. Por conta disso quando chegaram ao Brasil foram conhecidos como turcos por conta da nacionalidade no passaporte, mas na verdade continuavam sendo libaneses. Muitos libaneses ficam p. da vida quando são chamados de Turcos por conta da barbaridade que os turcos fizeram ao Líbano, Síria, Grécia e outros países de seu domínio.
Sobre as Batatas Fritas
10 jan

Douradinhas e crocantes por fora, macias por dentro, as french fries, assim chamadas pelos americanos são bastante populares nos fast-foods mundo afora. Segundo a história, um médico francês que estudava plantas com amido, especialmente as batatas, foi quem descobriu esse prato tão popular. Anos mais tarde, apoiado pelo rei Luís XVI, criou uma campanha para a cultura da raiz. As batatas fritas foram usadas pela 1ª vez em um jantar de gala, em homenagem a Benjamim Franklin. Ele, pelo que dizem, não gostou da novidade. Prefiro acreditar que ele estava tentando manter a forma, afinal quem resiste a um prato cheio dessas belezinhas douradinhas e crocantes?
Sobre o Natal
25 dez

Em várias culturas ancestrais à volta do globo, o solstício de inverno era festejado com comemorações que deram origem a vários costumes hoje relacionados com o Natal da religião cristã. O solstício de inverno, o menor dia do ano, a partir de quando a duração do dia começa a crescer, simbolizava o início da vitória da luz sobre a escuridão. Festas pagãs das mitologias persa e hindu referenciavam as divindades de Mitra como um símbolo do “Sol Vencedor”, marcada pelo solstício de inverno. A cultura do império romano incorporou a comemoração dessa divindade por meio do Sol Invictus. Com o fortalecimento da religião cristã, a data em que se comemorava as festas pagãs do “Sol Vencedor” passaram referenciar o Natal através da comemoração do nascimento de Jesus Cristo, sem vínculos diretos com as antigas festas pagãs.
Então… Feliz Natal e Viva o Sol!
Saiba mais nesse Site.
Fonte: Wiki
Nós que aqui estamos por vós esperamos
8 nov

Sou o novo integrante do blog e não podia passar em branco sem lançar meu primeiro post. Percebi que tem pouca coisa relacionada a história, por isso, como historiador, acho que vou poder contribuir de forma qualitativa para o YellowBlock, pelo menos espero que assim seja.
Meu primeiro post é uma indicação cinematográfica de direção de Marcelo Masagão e, pra quem não assistiu, recomendo com as melhores das intenções. O filme é um recorte de diversas imagens em fotografias e vídeos de diversos acontecimentos históricos, que mostra os sucessos e fracassos humanos ao longo da história. Porém, há algo peculiar nessa produção, como documentário seria normal possuir a narração daquela voz apocalíptica ao estilo Cid Moreira, mas essa obra não a possui, contém apenas algumas legendas ao longo do filme, frases de efeito e poéticas. Então, o que poderia substituir a voz tenebrosa e rouca? Nada melhor que música clássica, com o melhor do músico belga Wim Mertens, que ao meu ver, são o tempero do filme, pois não são escolhidas por acaso, cada uma é relativa ao visual que passa na telinha. Nesse documentário vocês poderão ver que as dezenas de milhares mortos na guerra tinham nome, família, profissão e sentimentos. Nessa obra os mortos não são tratados como números, mas sim como seres humanos, pessoas que tinham sua história e um futuro a construir, que fora abruptamente interrompido. Enfim, assistam e degustem o homem entre o céu e o inferno.
Ficha Técnica:
- título original: Nós Que Aqui Estamos Por Vós Esperamos
- gênero: Documentário
- duração: 01 hs 13 min
- ano de lançamento: 1998
- estúdio: Riofilme
- direção: Marcelo Masagão
- roteiro: Marcelo Masagão
- produção: Marcelo Masagão
- música: Wim Mertens
- Fotográfia: Marco Tulio Guglielmoni
- Edição: Marcelo Masagão
Imagens:
Dinossauro no Museu
1 nov

Veja essa surpreendente fantasia de dinossauro do Museu de História Natural de Los Angeles.
Via Dvice























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