Dança e Teatro

Star Wars Striptease

Algumas vão assustar você! Se estiver escuro a chance de tomar um grande susto é ainda maior. Com certeza você nunca torceu tanto para uma mulher tirar logo a roupa e a máscara de chewbacca.
Ainda sim nenhuma delas vence a Lady Gaga no quesito bizarrice.

Via LA Weekly

D-Efeitos

defeitos

D-Efeitos utiliza o gênero musical Glitch Music – música eletrônica com adição de defeitos de programação rítmicos – e diversas técnicas de Danças Urbanas como waving, robotting, animation e warping. Nesses citados defeitos musicais, o elenco do D-Efeitos executa a dança fragmentada e vibrada, acelerada e desacelerada, reproduzindo a música em forma de expressão artística matemática. Vibrações nas ondas sonoras se tornam vibrações e ondas corpóreas. Atrasos sonoros manipulam o movimento em uma simulação de quebra do espaço-tempo. Cada uma das notas e defeitos musicais são explorados para se tornarem movimentos e ilusões corporais.

Resumindo: É foda o que esses caras fazem! Confira:

Ah, e como vocês podem ter notado, os caras estão disputando o “Qual é o seu talento?” do SBT. Merecem torcida.

Eu sou desatualizado mesmo e fui corrigido a tempo pela Biah, esses caras não estão disputando mais o Qual é o seu talento… eles já ganharam…

Jeff Dunham, o ventríloquo

Você que está aí sentado na cadeira em frente o computador se sentindo sozinho e chateado, não tem nada para fazer na Internet, ninguém interessante no MSN e não consegue adquirir o convite do novo Orkut. Não chore de tristeza, chore de alegria, pois tenho uma ótima dica para você.

Jeff Dunham é o nome do sujeito que vai fazer você chorar de rir, é um comediante de stand-up e ventríloquo estadunidense que possui muito talento no que faz, e não há dúvidas que arrancará muitas risadas de você.

Personagens

Peanut: é um woozle roxo com um topete pequeno de cabelo verde na cabeça, e só um sapato.
Walter: é um homem velho aposentado e aborrecido com braços cruzados em freqüente descontentamento.
José Jalapeño: é uma pimenta de jalapeño com uma personalidade mexicana, um sombreiro, e um bigode cuja piada constante é que ele está colocado em um pau.
Achmed, O Terrorista Morto: é um esqueleto de wisecracking com uma barba e um turbante branco.
Melvin: é um super-herói que usa um uniforme azul com uma letra D grande estampada em seu peito.

Imagens

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Malabarismo

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O malabarismo é a arte de manipular objetos com destreza e de modo coordenado. Existem relatos de que o malabarismo possa ter nascido já na Antiguidade. No Antigo Egipto, cerca de 4000 a.c, foram encontradas pinturas murais no túmulo do Faraó Beni-Hassan que representavam figuras lançando objetos no ar. Também na Grécia antiga, nos séculos IV e V a.c, surgiram malabaristas pintados em vasos ou esculpidos em cerâmica. Mas foi com o Império Romano que a arte do Malabarismo foi conquistando a sua posição. Tornou-se uma forma de recreação ímpar, com os  malabaristas animando feiras e os famosos espectáculos nas arenas. Além disso, era também divulgado através de esculturas, desenhos e mosaicos. Durante a Idade Média, período correspondente aos séculos V a XV, o malabarismo tornou-se uma arte marginal e mal vista. Os praticantes eram das classes mais baixas, era considerada uma forma de animação herege, e por isso, devia estar longe das classes mais abastadas e dos fiéis. Após a idade Média, o malabarismo esteve ainda associado a cultos e cerimónias religiosas. Foram precisos alguns séculos para ele ser novamente visto como uma arte respeitada. A partir do século XVIII, o malabarismo começou a ser praticado pelos palhaços nos espectáculos, e vem daí essa associação que fazemos entre o palhaço e o malabarista. Foi só no século XX, mais precisamente em 1947, que um grupo internacional de Mágicos organizou a convenção doInternational Brotherhood of Magicians, em que um grupo de malabaristas decidiu criar uma organização apenas de malabarismo. Nasceu assim a International Juggling Association – IJA (Associação Internacional de Malabarismo). Apostaram na divulgação da arte e na organização de encontros e festivais.
Nos dias de hoje os malabaristas usam de muita criatividade nas suas apresentações. Como por exemplo:

O malabarismo é a arte de manipular objetos com destreza e de modo coordenado. Existem relatos de que o malabarismo possa ter nascido já na Antiguidade. No Antigo Egito, cerca de 4000 a.c, foram encontradas pinturas murais no túmulo do Faraó Beni-Hassan que representavam figuras lançando objetos no ar.

Também na Grécia antiga, nos séculos IV e V a.c, surgiram malabaristas pintados em vasos ou esculpidos em cerâmica. Mas foi com o Império Romano que a arte do malabarismo foi conquistando a sua posição. Tornou-se uma forma de recreação ímpar, com os  malabaristas animando feiras e os famosos espetáculos nas arenas. Além disso, era também divulgado através de esculturas, desenhos e mosaicos. Durante a Idade Média, período correspondente aos séculos V a XV, o malabarismo tornou-se uma arte marginal e mal vista. Os praticantes eram das classes mais baixas, era considerada uma forma de animação herege e, por isso, devia estar longe das classes mais abastadas e dos fiéis. Após a Idade Média, o malabarismo esteve ainda associado a cultos e cerimonias religiosas. Foram precisos alguns séculos para ele ser novamente visto como uma arte respeitada.

A partir do século XVIII, o malabarismo começou a ser praticado pelos palhaços nos espetáculos, e vem daí essa associação que fazemos entre o palhaço e o malabarista. Foi só no século XX, mais precisamente em 1947, que um grupo internacional de Mágicos organizou a convenção do International Brotherhood of Magicians, em que um grupo de malabaristas decidiu criar uma organização apenas de malabarismo. Nasceu assim a International Juggling Association – IJA (Associação Internacional de Malabarismo). Apostaram na divulgação da arte e na organização de encontros e festivais.

Nos dias de hoje os malabaristas usam de muita criatividade nas suas apresentações. Como por exemplo:

1 – Malabarismo com música dos Beatles

2 – Malabarismo insano

3 – Cirque du Soleil

Fonte: Oficina de Malabarismo

Pina Bausch

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pinaB“A dança deve ter outra razão além de simples técnica e perícia. A técnica é importante, mas é só um fundamento. Certas coisas se podem dizer com palavras, e outras com movimentos. Há instantes, porém, em que perdemos totalmente a fala, em que ficamos pasmos e perplexos, sem saber para onde ir. É aí que tem início a dança, e por razões inteiramente outras, não por razões de vaidade. Não para mostrar que os dançarinos são capazes de algo que um espectador não é. É preciso encontrar uma linguagem com palavras, com imagens, movimentos, estados de ânimo, que faça pressentir algo que está sempre presente. Esse é um saber bastante preciso. Nossos sentimentos, todos eles, são muito precisos, mas é um processo muito, muito difícil torná-los visíveis. Sempre tenho a sensação de que é algo com que deve se lidar com muito cuidado. Se eles forem nomeados muito rápido com palavras, desaparecem ou se tornam banais. Mas mesmo assim, é um saber preciso que todos temos, e a dança, a música, etc. são uma linguagem bem exata, com que se pode fazer pressentir esse saber. Não se trata de arte, tampouco de mero talento. Trata-se da vida e, portanto, de encontrar uma linguagem para a vida. E como sempre, trata-se do que ainda não é arte, mas daquilo que talvez possa se tornar arte. ” Pina Bausch