Cinema

Tron Legacy Trailer

Agora em 3D.

The Last Airbender trailer

Mais um avatar nos cinemas…

Percy Jackson e os Olimpianos

Enfim minha espera acabou. Eu, como fã da série de livros “Percy Jackson e os Olimpianos”, pude conferir o filme ontem (dia 08/02) na pré-estréia paulista. Fãs (e também não-fãs) assistiram pela primeira vez o filme Percy Jackson e os Olimpianos – O Ladrão de Raios; adaptação do livro de Rick Riordan, com direção de Chris Columbus (responsável pelo primeiro filme de Harry Potter).

“Nossa! Poseidon dando uma de valentão para cima do seu irmão Zeus? Yippee ki-yay”. Logo no início do filme vemos uma seqüência imponente e já na abertura se espera algo grandioso, com batalhas entre deuses e mortais, cheias de efeitos especiais e trilha sonora capaz de te puxar para dentro do filme. Após a abertura caímos num ritmo um pouco mais lento, porém com algumas pequenas piadinhas para quebrar a monotonia; é dessa forma que somos apresentados aos personagens principais e importantes da trama.

Dentro dos trinta minutos iniciais vemos cerca de metade do livro. “O quê? Como?” você pode perguntar, mas isso é verdade. Não sabemos o motivo, mas Chris Columbus imaginou “O Ladrão de Raios” como um filme único, eliminando elementos do livro para simplificar a história e nos jogar numa trama parecida com a original, porém que se resumisse em apenas 120 minutos de filme.

“Ah! Então o filme é ruim”. Não. Pelo contrário, o roteiro adaptado se mostra eficiente para se iniciar e encerrar sem deixar pontas soltas para um segundo filme (ainda não confirmado). Uma jogada para evitar que se inicie uma franquia e que ela morra antes mesmo de terminar. Sai da trama a presença de Ares, como o responsável pelo início das “intrigas” e entra a jornada em busca das 3 pérolas que são as responsáveis por trazer o jovem herói dos domínios de Hades. Claro que se mantém a parte em que Percy precisa devolver o Raio Mestre de Zeus até o final do solstício, evitando a Guerra entre os Deuses e o fim do mundo.

O mundo mágico criado por Rick Riordan foi simplificado (com exceção da vista perfeita do Monte Olimpo), tendo suas “hilárias e curiosas” adaptações de um Monte Olimpo, e seus Deuses imersos na modernidade atual, caracterizados de forma “comum”. A história simples, porém objetiva e focada nas aventuras do jovem herói Percy, acaba eliminando certos pontos importantes da história. Não só Ares, o Deus da Guerra foi cortado, como também Clarice (sua filha), o Oráculo, sendo substituído por uns “conselhos” de Luke, e, o mais importante de tudo, Chronos não aparece. Por esse motivo, de ele não aparecer é que o filme não mostra indícios de ter mais quatro filmes pela frente.

Uma Thurman (Medusa), Pierce Brosnan (Quiron) e Sean Benn (Zeus) reforçam o elenco, mostrando atuações eficientes, mesmo que em papéis menores, porém não menos importante. Quem se mostrou muito bem em seu papel foi Brandon T. Jackson, responsável pelas cenas mais engraçadas e deixando sua marca no pequeno Sátiro, chamado Grover, resgatando muito do personagem do livro.

Meu conselho? Vá ao cinema! Entre tantos filmes novos que surgem sem ao menos fazer sentido (não citarei nome, pois, minha mãe me deu educação), “O Ladrão de Raios” se mostra como uma ótima opção para amantes de cinema e famílias que procuram por programas agradáveis num final de semana. Infelizmente o filme não agrada aos fãs dos livros, muito menos aqueles mais exigentes, porém a adaptação funciona como um ótimo blockbuster teen, tendo um pouco de mitologia e uma trilha sonora agradável (com interferência de Lady Gaga). A molecada vai suspirar a cada aparição de Luke (Logan Lerman), Annabeth (Alexandra Daddario) e Luke (Jake Abel), surgirão “OH!” para cada um dos Deuses que aparecerem em sua forma real ou mostrando um pouquinho do seu poder, que por sinal foi muito bem feito, e, por fim, morderão os lábios e sentarão na ponta da cadeira com a luta final entre Percy e o vilão da história (que não contarei quem é, óbvio).

A mim, um fã que adora os livros e gostou da adaptação cinematográfica, cabe ir pelo menos mais uma vez ao cinema e esperar por notícias de uma continuação e que, de alguma forma, mostrem interesse em iniciar os pontos necessários para que a história se desenrole por mais 4 filmes e não somente 120 minutos, afinal, todos os fãs gostam de ver seus livros preferidos ganhando vida na telona.

Os cavaleiros do Zodíaco

Trailer do curta metragem Guerra Galáctica – Os Cavaleiros do Zodíaco Live Action produzido por JP Ogawa e Luara Peixoto. Parte Integrante do TCC “Adaptações de HQ para o cinema” de Comunicação Social: habilitação em Rádio e TV da UNESP. Site oficial.

Bizarro? Brilhante? ou uma merda?

The Box

O que você faria se lhe entregassem uma caixa com apenas um botão e que se você o apertasse lhe deixaria milionário mas, ao mesmo tempo, tirasse a vida de alguém que você não conhece?

Essa é a idéia do filme The Box. Espere muito suspense, referências bíblicas e ficção científica. Filme imperdível!

Homem de Ferro 2

Mais Super-Heróis para ano que vem. Confira o Trailer do Iron Man 2.

Avatar

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Ontem, às 21h, estava na pré-estréia (não a de imprensa) para ser um dos primeiros a ver uma exibição em 3D do filme Avatar. Foram quase 2h30 de filme. 150 minutos de pura ficção que me deixaram boquiaberto. Ouvi alguns comentários como “ah! é uma mistura de ‘O Último dos Moicanos’ com ‘Pearl Harbor’”. Calma, isso não procede. Se posso ilustar a construção do filme, acho melhor ser assim: George Lucas criou uma galáxia, com política e sociedade; James Cameron criou um único planeta com sociedade, um idioma novo, religião e, o principal no filme, fauna e flora!

Se você quer uma história “inovadora” (seja lá como isso seria), ela não está em Avatar. Uma história de amor e guerra não é nada novo, porém a inovação está na forma de ser contada. Como assim? Misture Pocahontas e Tarzan, da Disney, com recontextualizações claras de críticas às guerras que acontecem mundo a fora, por interesses econômicos e a devastação na cultura dos povos atacados. Nesse meio todo temos uma quebra com o romance inesperado de Jake Sully e Neytiri.

“Ah! Legal”, você pode pensar, mas não é só legal, pois, isso tudo foi trazido à tela de forma majestosa com a tecnologia que James Cameron demorou 14 anos para criar. Não é um 3D igual aos “Pequenos Espiões 3D”, mas sim um 3D de gente grande. Você consegue ver que as coisas possuem volume, que não estão no mesmo plano ou achatadas em uma tela, mas sim que logo ali atrás daquele personagem tem mais alguma coisa, sabe? Ou então, melhor, as coisas não saltam em você de formas toscas! Você percebe nitidamente que existe algo fora das telas, mas que elas estão em seus locais corretos, à uma distância para vocÊ assistir perfeitamente. Nada cresce em sua direção para te assustar. O mundo é tão vivo que você sai do cinema prestando atenção em tudo ao seu redor para ver se não está ainda dentro do cinema vendo o filme…

Os “naturebas” de plantão (e eu sou um deles) se apaixonarão pela mensagem do filme; ela é totalmente ecológica! Repare em tudo… E o principal “ligações”. Sigourney Weaver, a Dra. Grace, dá umas dicas logo de cara, mas você precisará prestar atenção no filme para pegar tudo sobre o que isso faz menção. E sim, você irá chorar, não sei se o filme inteiro, porém tenho certeza em que uma cena específica do filme você vai. Ah! Claro, existem os puxões de orelha na sociedade caótica e destruidora, e eles estão em todas as partes do filme, até em uma fala escancarada do próprio Sam Worthington (o Jake Sully).

James Cameron superou Titanic e, da mesma forma que não acreditavam nele com aquele filme, por ser “clichê”, ele fez um novo “Di Caprio e Kate Winslet” em Avatar, com Sam Worthington e Zoë Saldaña. Esse novo par romântico faz parte da história de romance e sobrevivência.

Vá ao cinema, de preferência 3D, pois durante 2h30 você se sentirá parte do filme, idéia principal do cinema 3D. Com o auxilio da bela trilha sonora, composta por James Horner, o filme faz com que exista a imersão do espectador, deixando-o dentro do filme; nos primeiros minutos você vai achar somente legal o 3D, gostando de perceber tudo o que já falei, além de notar que a legenda está voando fora da tela, porém quando o primeiro galho da floresta de Pandora passar por você no filme ou a primeira “parte de Eywa” parecer descer do teto, você esquecerá quem é ou que está vendo um filme.

Se você não gostar ou simplesmente demonstrar o seu péssimo gosto por filmes, você é mais um skxawng na Terra. Torça para o Toruk Matoc pode te pegar, quando você menos esperar.

Pulp Fiction no lápis

Pulp Fiction

Pulp Fiction dispensa comentários, assim como esta nova forma de tocar seu tema! Confira: