Nós que aqui estamos por vós esperamos

Sou o novo integrante do blog e não podia passar em branco sem lançar meu primeiro post. Percebi que tem pouca coisa relacionada a história, por isso, como historiador, acho que vou poder contribuir de forma qualitativa para o YellowBlock, pelo menos espero que assim seja.
Meu primeiro post é uma indicação cinematográfica de direção de Marcelo Masagão e, pra quem não assistiu, recomendo com as melhores das intenções. O filme é um recorte de diversas imagens em fotografias e vídeos de diversos acontecimentos históricos, que mostra os sucessos e fracassos humanos ao longo da história. Porém, há algo peculiar nessa produção, como documentário seria normal possuir a narração daquela voz apocalíptica ao estilo Cid Moreira, mas essa obra não a possui, contém apenas algumas legendas ao longo do filme, frases de efeito e poéticas. Então, o que poderia substituir a voz tenebrosa e rouca? Nada melhor que música clássica, com o melhor do músico belga Wim Mertens, que ao meu ver, são o tempero do filme, pois não são escolhidas por acaso, cada uma é relativa ao visual que passa na telinha. Nesse documentário vocês poderão ver que as dezenas de milhares mortos na guerra tinham nome, família, profissão e sentimentos. Nessa obra os mortos não são tratados como números, mas sim como seres humanos, pessoas que tinham sua história e um futuro a construir, que fora abruptamente interrompido. Enfim, assistam e degustem o homem entre o céu e o inferno.
Ficha Técnica:
- título original: Nós Que Aqui Estamos Por Vós Esperamos
- gênero: Documentário
- duração: 01 hs 13 min
- ano de lançamento: 1998
- estúdio: Riofilme
- direção: Marcelo Masagão
- roteiro: Marcelo Masagão
- produção: Marcelo Masagão
- música: Wim Mertens
- Fotográfia: Marco Tulio Guglielmoni
- Edição: Marcelo Masagão
Imagens:























8 de novembro de 2009 - 4:49 am
Interessante.
Gostei da dica.
(:
Me empresta depois.
beijos!
8 de novembro de 2009 - 11:17 am
Eu assisti esse documetário no colégio e assisti novamente uns tempos atrás! É ótimo! Essa atribuição de nomes e sentimentos aos “personagens” faz a gente pensar de outra perspectiva sobre a indústria e a guerra =) Recomendo!
8 de novembro de 2009 - 1:58 pm
ja assisti tb! ra!
8 de novembro de 2009 - 7:39 pm
Post com comentários de casalzinhos… hahahahhah =P Vou procurar para ver!
8 de novembro de 2009 - 8:16 pm
Precisa procurar não fiiaaaaaa, tá no post, facim facim pra você assistir imediatamente o/
Que casalzinhos? Eu com o Elias? RÁ
8 de novembro de 2009 - 8:47 pm
triângulo amoroso!
8 de novembro de 2009 - 8:52 pm
Ai, tadinha da Thaís… Foi trocada por um ursinho peludinho e fofinho… heheheheh Disfarça minha lesa… rs Vou ver aqui então… É o cansaço, pearl… Tava trabaiando até agora… O.o
10 de novembro de 2009 - 8:48 am
Nossa, rebaixaram o Grandioso Onipresente e Onipotente Mestre Elias a um mero ursinho d pelucia, é isso? E Gay ainda! Cuidado, vocês estão cutucando a onça com vara curta galera!
hehehe
Brincadeiras aparte, bem vindo e boa indicação Breiner!
15 de janeiro de 2010 - 12:10 pm
ola baixei as 3 partes do filme, porem qdo vou descompactar aparece uma msg q tah faltando a parte 4.
agradeço c me ajudar
abraços
12 de abril de 2010 - 12:53 am
Putz meldels esse é o documentário mais podre que já assisti na minha vida não recomendo a nimguem que odeia coisas malfeitas(de ultima hora)preto e branco,com um computador de 300000a.C
12 de abril de 2010 - 3:29 pm
Prezado anônimo! Sua opinião é e será sempre muito bem-vinda no nosso blog. Porém, verifique os erros ortográficos antes de postar a fim de evitar constrangimentos. Já que pretende fazer uma crítica a algo, que, pelo menos, seja escrita de forma correta, sem assassinar nossa gramática! Fica a dica!
Abraço!